O papel de despertar desejo é da publicidade e da propaganda. Não do design. Ser estratégico é uma coisa, design é outra. Pode-se ser estratégico fazendo design? Sim. Mas aí o design acaba sendo um meio para um fim. Limitar design a apenas gerar desejo é ser muito simplista. Design é muito mais do que isso.
Design, como você mesmo mencionou ao citar Bonsiepe, não tem como o ser agregado a nada. Já que ele é a própria coisa.
Uma reflexão muito necessária, esse conformismo com a situação atual só vai levar toda ideia original do design por água abaixo, e o usuário cada vez mais tornando uma cobaia de consumismo sem fim.
Reflexão importante porém eu me questiono muito em como podemos ser embaixador do desenvolvimento de produtos e serviços que são economicamente viáveis, possuem equidade social, se preocupam com sustentabilidade ambiental e diversidade cultural?
Pensando no discurso de "precisamos pagar as contas" e não da pra escolher exatamente onde e como atuamos ...
Tem muita gente que no momento se encontra nesses dilemas, mas também tem muitos outros que, mesmo que pouco, conseguem influenciar aqui e ali as decisões de design. O que não dá pra fazer é simplesmente ignorar as coisas.
Ahhh, eu amo textos assim! Hahaha
Ideia pra um próximo: Como você vê o papel do design e de designers pra além do lucro e capitalismo :)
Muito bom, como sempre mano
Valeu Rafa! Adorei a sugestão! Acho que vai casar bastante com um projeto que encontrei e quero falar também no youtube.
O papel de despertar desejo é da publicidade e da propaganda. Não do design. Ser estratégico é uma coisa, design é outra. Pode-se ser estratégico fazendo design? Sim. Mas aí o design acaba sendo um meio para um fim. Limitar design a apenas gerar desejo é ser muito simplista. Design é muito mais do que isso.
Design, como você mesmo mencionou ao citar Bonsiepe, não tem como o ser agregado a nada. Já que ele é a própria coisa.
Uma reflexão muito necessária, esse conformismo com a situação atual só vai levar toda ideia original do design por água abaixo, e o usuário cada vez mais tornando uma cobaia de consumismo sem fim.
Reflexão importante porém eu me questiono muito em como podemos ser embaixador do desenvolvimento de produtos e serviços que são economicamente viáveis, possuem equidade social, se preocupam com sustentabilidade ambiental e diversidade cultural?
Pensando no discurso de "precisamos pagar as contas" e não da pra escolher exatamente onde e como atuamos ...
Tem muita gente que no momento se encontra nesses dilemas, mas também tem muitos outros que, mesmo que pouco, conseguem influenciar aqui e ali as decisões de design. O que não dá pra fazer é simplesmente ignorar as coisas.